setembro 2, 2019 Leonardo Goldim

5 passos para proteger sua startup do cibercrime

Pensar todas as pontas do negócio de uma startup dá muito trabalho. Mas não é por isso que a segurança da informação tem que ficar fora do foco: ao contrário, é preciso pensar nisso desde o início. Listamos aqui 5 passos essenciais para se precaver contra a ação de cibercriminosos.

1º passo: Não subestime seu poder de atração

Muitas startups acreditam não serem atrativas para os hackers, pelo fato de serem pequenas ou iniciantes. Não caia nessa! Nós já pincelamos este assunto aqui no blog, mas não custa reforçar: exatamente por saberem que as startups pensam desta forma, e, por isso, não se protegem, os cibercriminosos tendem a atacá-las. Além disso, existe o risco dos ataques em grande escala, que são lançados para todos os lados e acabam atingindo quem? Isso mesmo, as empresas que tiverem menos atenção à segurança.

O correto é entender que, desde sua fundação, todo negócio pode estar na mira do cibercrime. Buscar proteção desde o início é a maneira mais tranquila de buscar crescimento longe de preocupações.

2º passo: Proteja seus recursos em nuvem

Grande parte das startups utilizam nuvens públicas, como AWS ou Google Cloud, para ofertar seus serviços. Até aí, tudo bem. O problema é que muitas delas não se preocupam em conhecer as configurações de segurança específicas de cada cloud, ou, ainda, não dão bola para detalhes que podem parecer triviais, como as senhas, e acabam utilizando passwords fracas. Cuidado! Estas atitudes podem deixar as companhias vulneráveis ao cibercrime. O melhor é evitá-las.

3º passo: Cuide do armazenamento

Ao armazenar dados e documentos, é preciso utilizar senhas fortes, containers em nuvem adequados e outras medidas de segurança da informação estudadas caso a caso. Já imaginou as informações de seus clientes ou os códigos de seus aplicativos vazarem por puro descuido? Não se exponha a este risco! Documentos guardados digitalmente, sejam da própria empresa ou de terceiros, precisam ser bem protegidos.

4º passo: Esteja preparado para ataques DDoS 

Primeiro, entenda que ataques DDoS são uma forma de cibercrime que deixa indisponíveis as operações da empresa infectada. Ou seja, têm capacidade para, literalmente, tirar sua startup do ar.

Há cerca de dois anos, a startup de criptomoedas Coinkite foi atacada por esta modalidade diversas vezes seguidas. Resultado: não houve outro remédio, senão fechar as portas. Tempos depois, os proprietários informaram que haviam sofrido ataques desde o lançamento de seus serviços, e que não conseguiram recuperar o prejuízo causado pelas invasões. Ou seja, faltou prevenção, e isso resultou em um dano irreparável. Um pecado que sua startup não pode cometer.

5º passo: Faça uma economia inteligente

Ao invés de cortar investimentos em cibersegurança para poupar o orçamento, prefira investir em soluções que se adequem ao budget de forma inteligente. Busque, no mercado, fornecedores que entendam o universo startup e tenham produtos, serviços e profissionais preparados para atender à realidade das mesmas, abrangendo todos os pontos: dados, redes, sistemas, gestão, políticas, pessoas. Se isso tudo puder ser ofertado em pacotes desenhados de acordo com o caixa e as necessidades exatas de cada empresa, melhor ainda. Em se tratando de segurança da informação, personalização e facilitação na adesão, uso e pagamento são itens fundamentais.

Espero que os passos que acabamos de recomendar sejam úteis para colocar sua startup no caminho da cibersegurança. Mas é claro que o assunto não se esgota aqui: há outros pontos importantíssimos a se falar sobre este tema, e um deles é a cultura, a forma de engajar os colaboradores a trabalhar de forma segura para a empresa e seus clientes. Falaremos sobre isso no post da próxima segunda-feira aqui no blog. Fique ligado!

Ficou com dúvidas sobre o assunto tratado neste post? Tem interesse em outros temas de que ainda não tratamos? Deixe seu comentário para podermos te auxiliar! 

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